QUALIDADE É O NOSSO COMPROMISSO.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Reunião da coopacs: qualidade dos produtos da alimentação escolar
"Buscamos cada vez mais a qualidade dos produtos que fornecemos para a alimentação escolar."
Paulo Júnior da Silva.
Encomenda de alevinos / entrega 15/12/2011
A COOPERATIVA AGROPECUÁRIA CENTRO SUL (COOPACS), COMUNICA: ESTAMOS RECEBENDO ENCOMENDAS DE ALEVINOS, QUE SÃO DE BOA PROCEDÊNCIA. OS PEDIDOS DEVEM SER ENTREGUES ATÉ DIA 01/12/2011, A ENTREGA SERÁ DIA 15/12/2011.
VOCÊ PODE ENTRAR EM CONTATO PELOS FONES: 051 97960151 (PAULO JÚNIOR) OU 051 96838982 (CLEO DA SILVA).
Paa (programa de aquisição de alimentos)
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma das ações do Fome Zero e promove o acesso a alimentos às populações em situação de insegurança alimentar e promove a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.
O PAA também contribui para a formação de estoques estratégicos e para o abastecimento de mercado institucional de alimentos, que compreende as compras governamentais de gêneros alimentícios para fins diversos, e ainda permite aos agricultores familiares que estoquem seus produtos para serem comercializados a preços mais justos.
O Programa propicia a aquisição de alimentos de agricultores familiares, com isenção de licitação, a preços compatíveis aos praticados nos mercados regionais. Os produtos são destinados a ações de alimentação empreendidas por entidades da rede socioassistencial; Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição como Restaurantes Populares, Cozinhas Comunitárias e Bancos de Alimentos e para famílias em situação de vulnerabilidade social. Além disso, esses alimentos também contribuem para a formação de cestas de alimentos distribuídas a grupos populacionais específicos.
Instituído pelo artigo 19 da Lei 10.696/2003, o PAA é desenvolvido com recursos dos Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA). As diretrizes do PAA são definidas por um Grupo Gestor coordenado pelo MDS e composto por mais cinco Ministérios.
O PAA é implementado por meio de cinco modalidades, em parcerias com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), governos estaduais e municipais. Para participar do Programa, o agricultor deve ser identificado como agricultor familiar, enquadrando-se no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A identificação é feita por meio de uma Declaração de Aptidão ao Pronaf (Dap).
Créditos:
O PAA também contribui para a formação de estoques estratégicos e para o abastecimento de mercado institucional de alimentos, que compreende as compras governamentais de gêneros alimentícios para fins diversos, e ainda permite aos agricultores familiares que estoquem seus produtos para serem comercializados a preços mais justos.
O Programa propicia a aquisição de alimentos de agricultores familiares, com isenção de licitação, a preços compatíveis aos praticados nos mercados regionais. Os produtos são destinados a ações de alimentação empreendidas por entidades da rede socioassistencial; Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição como Restaurantes Populares, Cozinhas Comunitárias e Bancos de Alimentos e para famílias em situação de vulnerabilidade social. Além disso, esses alimentos também contribuem para a formação de cestas de alimentos distribuídas a grupos populacionais específicos.
Instituído pelo artigo 19 da Lei 10.696/2003, o PAA é desenvolvido com recursos dos Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA). As diretrizes do PAA são definidas por um Grupo Gestor coordenado pelo MDS e composto por mais cinco Ministérios.
O PAA é implementado por meio de cinco modalidades, em parcerias com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), governos estaduais e municipais. Para participar do Programa, o agricultor deve ser identificado como agricultor familiar, enquadrando-se no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A identificação é feita por meio de uma Declaração de Aptidão ao Pronaf (Dap).
Créditos:
MDS.gov.br
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Diversificação das culturas é boa estratégia para aumentar a lucratividade de pequenos produtores
(Imagem ilustrativa)
A diversificação de culturas possibilita a obtenção de bons resultados principalmente para o produtor que dispõe de uma propriedade pequena e conta com pouco capital. O uso de pequenas áreas para plantar várias culturas diferentes é uma forma de diminuir o risco de insucessos, gerando aumento da produção, da lucratividade, além de proteger o solo.
Para iniciar novos cultivos, os pequenos produtores precisam identificar as opções mais apropriadas para sua realidade, considerando o tipo de solo, a realidade agrícola local, quantidade de água disponível, condições climáticas e, principalmente, o acesso às informações técnicas. Com a diversificação de cultura o produtor também incrementa a alimentação de sua família, aumentando a variedade dos produtos, o que traz uma melhora quantitativa e qualitativa para a dieta nutricional que pode contar com carne, grãos, frutas e raízes. O aumento da lucratividade é possibilitado pela variedade de produtos oferecida ao mercado consumidor. E a existência de duas ou mais culturas na pequena propriedade gera o aumento da produção de alimentos sem aumento significativo de gastos.
Outro aspecto vantajoso da diversificação é o fato do produtor não ficar dependente dos rendimentos de uma única cultura, que pode sofrer com o ataque de pragas ou intempéries climáticas, inviabilizando, muitas vezes, uma colheita inteira. A monocultura sempre nos traz riscos. Assim, ora com uma, ora com outra cultura, sempre estará garantida a sobrevivência financeira da nossa propriedade.
Créditos: José Carlos Caires
Adaptado por: Paulo Silva
A diversificação de culturas possibilita a obtenção de bons resultados principalmente para o produtor que dispõe de uma propriedade pequena e conta com pouco capital. O uso de pequenas áreas para plantar várias culturas diferentes é uma forma de diminuir o risco de insucessos, gerando aumento da produção, da lucratividade, além de proteger o solo.
Para iniciar novos cultivos, os pequenos produtores precisam identificar as opções mais apropriadas para sua realidade, considerando o tipo de solo, a realidade agrícola local, quantidade de água disponível, condições climáticas e, principalmente, o acesso às informações técnicas. Com a diversificação de cultura o produtor também incrementa a alimentação de sua família, aumentando a variedade dos produtos, o que traz uma melhora quantitativa e qualitativa para a dieta nutricional que pode contar com carne, grãos, frutas e raízes. O aumento da lucratividade é possibilitado pela variedade de produtos oferecida ao mercado consumidor. E a existência de duas ou mais culturas na pequena propriedade gera o aumento da produção de alimentos sem aumento significativo de gastos.
Outro aspecto vantajoso da diversificação é o fato do produtor não ficar dependente dos rendimentos de uma única cultura, que pode sofrer com o ataque de pragas ou intempéries climáticas, inviabilizando, muitas vezes, uma colheita inteira. A monocultura sempre nos traz riscos. Assim, ora com uma, ora com outra cultura, sempre estará garantida a sobrevivência financeira da nossa propriedade.
Créditos: José Carlos Caires
Adaptado por: Paulo Silva
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
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